Já faz alguns meses que comecei a usar a linha Energy boost da Adidas, que traz um sistema de amortecimento revolucionário, porém ainda faltava alguns testes pra poder escrever sobre esse modelo que promete muito conforto na prática de corrida.
Acabei comprando pela propaganda de algumas pessoas e quando experimentei no pé, percebi que era algo inovador, proporcionando amortecimento, retorno de energia e um conforto que jamais tive com calçados de corrida.
Energy Boost, primeira versão, lançada em 2013.
Bem, o tênis é leve para tamanha energia. Já fui usuário de mizuno, asics e nike e não havia visto nada parecido. Fiz a meia maratona de Curitiba com o energy boost 2 e ao final não senti dor alguma, esse é o mais espetacular do energy boost, proporcionar conforto do primeiro ao último kilometro e isso é real.
O sistema boost foi apresentado ao público pela Adidas em 2013 e até 2015 fará parte de toda linha de calçados da marca. O boost é um material que proporcional conforto e retorno de energia, diferente do EVA, o boost são micro cápsulas de TPU expandidas, por isso vemos milhares de "bolinhas" no solado unidas e extremamente macias, causando esse conforto mesmo ao caminhar. Fiz exaustivos testes em corrida e aprovei a tecnologia. Creio que o Boost colocou a Adidas entre os calçados top de corrida. Vejo a marca aplicando a mesma tecnologia para outros esportes, como por exemplo, o basquete.
Energy boost 2, lançado no início de 2014
o cabedal do energy boost 2 é feito em techfit, uma espécie de neoprene que veste o pé de uma forma justa, o que faz com que o encaixe seja perfeito, porém tem pouca respirabilidade. Normalmente ouço as pessoas comentando que por ter fôrma pequena, devemos comprar um número maior do que o normal. O peso médio do modelo masculino é de 260g, o que é ótimo para um teste com esse nível de amortecimento.
Energy boost ESM, lançado no segundo semestre de 2014
O lançamento mais recente da família boost é o Energy Boost ESM, que tem o mesmo solado, apenas mudando o cabedal que agora é mais respirável que o techfit, porém está sendo vendido por 100 reais a mais que o tradicional energy boost.
O energy boost é indicado para treinos de rodagem, mas pode ser usado perfeitamente para provas, já que não são tão pesados assim, mas eu indicaria um modelo mais leve da família boost para competição ou provas, que nesse caso é o Adizero Adios boost, que tem a mesma tecnologia, porém com menos amortecimento e bem mais leve, que por sinal tem sido o modelo usado pelos campeões das maratonas mais famosas ao redor do mundo e o recorde batido em 2013 e 2014 pelos kenianos em Berlim.
Bem, é isso, gostaria de deixar a minha opinião sobre a tecnologia boost e toda a evolução que tivemos no último ano com esse maravilhoso sistema de amortecimento que fez a Adidas voltar ao topo do mercado para sistemas de corrida.
Enjoy.
Acabei comprando pela propaganda de algumas pessoas e quando experimentei no pé, percebi que era algo inovador, proporcionando amortecimento, retorno de energia e um conforto que jamais tive com calçados de corrida.
Energy Boost, primeira versão, lançada em 2013.
Bem, o tênis é leve para tamanha energia. Já fui usuário de mizuno, asics e nike e não havia visto nada parecido. Fiz a meia maratona de Curitiba com o energy boost 2 e ao final não senti dor alguma, esse é o mais espetacular do energy boost, proporcionar conforto do primeiro ao último kilometro e isso é real.
O sistema boost foi apresentado ao público pela Adidas em 2013 e até 2015 fará parte de toda linha de calçados da marca. O boost é um material que proporcional conforto e retorno de energia, diferente do EVA, o boost são micro cápsulas de TPU expandidas, por isso vemos milhares de "bolinhas" no solado unidas e extremamente macias, causando esse conforto mesmo ao caminhar. Fiz exaustivos testes em corrida e aprovei a tecnologia. Creio que o Boost colocou a Adidas entre os calçados top de corrida. Vejo a marca aplicando a mesma tecnologia para outros esportes, como por exemplo, o basquete.
o cabedal do energy boost 2 é feito em techfit, uma espécie de neoprene que veste o pé de uma forma justa, o que faz com que o encaixe seja perfeito, porém tem pouca respirabilidade. Normalmente ouço as pessoas comentando que por ter fôrma pequena, devemos comprar um número maior do que o normal. O peso médio do modelo masculino é de 260g, o que é ótimo para um teste com esse nível de amortecimento.
Energy boost ESM, lançado no segundo semestre de 2014
O lançamento mais recente da família boost é o Energy Boost ESM, que tem o mesmo solado, apenas mudando o cabedal que agora é mais respirável que o techfit, porém está sendo vendido por 100 reais a mais que o tradicional energy boost.
O energy boost é indicado para treinos de rodagem, mas pode ser usado perfeitamente para provas, já que não são tão pesados assim, mas eu indicaria um modelo mais leve da família boost para competição ou provas, que nesse caso é o Adizero Adios boost, que tem a mesma tecnologia, porém com menos amortecimento e bem mais leve, que por sinal tem sido o modelo usado pelos campeões das maratonas mais famosas ao redor do mundo e o recorde batido em 2013 e 2014 pelos kenianos em Berlim.
Bem, é isso, gostaria de deixar a minha opinião sobre a tecnologia boost e toda a evolução que tivemos no último ano com esse maravilhoso sistema de amortecimento que fez a Adidas voltar ao topo do mercado para sistemas de corrida.
Enjoy.





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