domingo, 27 de outubro de 2013

Moda: Bermudas para o verão

No hemisfério Sul o verão está chegando, mas o calor chegou antes e temos o clima perfeito para usar bermudas. 

Hoje em dia, as bermudas não são sinônimo de informalidade, existem modelos mais formais que se usados da forma correta ficam bem elegantes, como por exemplo, se usadas com um blazer. 



Esses modelos da Damyller são muito interessantes, com um comprimento maior, fazem bonito em qualquer ocasião. Com estampas lisas ou até com o famoso camuflado, são peças curinga pra usar no verão. 

Percebam que podem ser usadas tanto com tênis ou com um sapato mais casual. 

Bermuda Jeans
A bermuda jeans é a mais popular por aqui, mas nem sempre a melhor opcão, pois o material é grosso e esquenta, então diria que apesar de cair bem com quase tudo, nem sempre é a melhor opcão em conforto para o verão, mesmo assim é uma peça obrigatória no guarda roupa masculino. 








Bermuda cargo
A preferida dos tiozões, deve ser usada com muito cuidado, pois pode dar um aspecto de estar acima do peso. Particularmente eu não gosto, já passou o tempo delas e honestamente, são horríveis, já que a maioria dos homens adora encher os bolsos e deixar o aspecto ainda maior deixar o visual pesado e brega. 

Use apenas se for magro e não encha os bolsos com carteiras, celular, etc. 








Bermuda alfaiataria
Esses são os modelos mais elegantes e confortáveis, pois o tecido normalmente é mais refrescante que o jeans, por exemplo.  

Escolha esse tipo de bermuda 1 tamanho maior que o seu, pois não podem ficar muito justas. 








Bermuda de moletom
Esse modelo tem feito cada vez mais sucesso com os homens, pois além de ser bastante flexível e confortável  sem contar que os modelos estão mais sofisticados e elegantes, nadam lembram as antigas calças de moletom. 

O ideal é usar esse tipo de bermuda com um comprimento maior, pois ficam mais elegantes. 








Comportamento: Qual é o futuro do casamento?

Voltando a falar sobre relacionamentos, outro tema que me desperta muito é o casamento, até porque é algo que ainda quero conquistar e ao longo dos anos tenho acompanhado o casamento de famosos, anônimos e pessoas próximas a mim. Todas essas informações serviram como base de estudo. 




Fica cada vez mais claro que as pessoas estão se tornando mais vazias, egoístas e individualistas e isso tudo reflete em relacionamentos descartáveis e cada vez mais frágeis. 

Concordo com o Flávio Gikovate em alguns aspectos, pois essa forma descartável de nos relacionarmos é fruto do consumismo exagerado. trocamos de parceiro como trocamos de roupa, carro e emprego. 

Talvez a modernidade e a independência que as mulheres tanto queriam e conseguiram está causando o efeito contrário. Digo isso porque quanto mais as pessoas ficam independentes, menos querem se envolver. Vejo muitas mulheres batendo no peito e dizendo que são independentes e modernas, mas ao mesmo tempo querem casar e ter filhos, mas as duas coisas não andam juntas.  

A independência é boa em certo aspecto, mas quando pensamos em casamento ou num relacionamento sério, não se pode ser tão independente, pois esse é o ponto chave para fazer com que todo o sistema funcione. Relacionamento é interdependência, é abrir mão, flexibilidade e pensar no todo, não apenas em "mim". 

Vejo o tempo todo artistas casando, separando, casando de novo e seguindo com a vida como se nada tivesse acontecido, mas isso não é exclusividade somente deles, pois os anônimos estão seguindo esse exemplo. 

Cada vez mais vejo pessoas apenas morando junto para fazer um "test drive". Esse tipo de comportamento é enganoso e vai contra o sentido da família, pois na primeira chateação um dos dois se demite do relacionamento. Diria que é um pre requisito pra "despachar" a outra pessoa em caso de insatisfação. 

Bem, pelo meu ponto de vista, apesar de tudo jogar contra, ainda creio que o casamento é necessário e tem muito futuro, desde que tenhamos a interdependência. O ser humano foi criado e tem essa necessidade de se relacionar mais intimamente com um parceiro(a) e se dedicar a uma família. Não falo isso apenas pelo questão religiosa, mas pela necessidade do ser humano.    



sábado, 26 de outubro de 2013

Receita: Nhoque de batata com molho cremoso de manteiga e sálvia

Hoje, uma receita especial de algo que comia desde criança:

Nhoque de batata com molho cremoso de manteiga e sálvia





INGREDIENTES

  • Massa
  • 500 g de batata baraka ou asterix
  • 50 g de farinha de trigo
  • 2 gemas de ovo tipo extra
  • 60 g de queijo parmesão
  • Sal refinado
  • Pimenta-do-reino branca moída
  • Noz-moscada moída
  • 100 g de farinha de trigo (para polvilhar)

  • Molho cremoso de manteiga e sálvia
  • 150 g de manteiga integral sem sal
  • Sálvia fresca a gosto
  • Sal refinado a gosto
  • Pimenta-do-reino branca moída a gosto
  • 40 g de queijo tipo parmesão

MODO DE PREPARO

Para a massa 
Cozinhar as batatas inteiras e com casca em água salgada até que estejam macias ao espetar um garfo. 
Ainda quentes, descascar e espremer as batatas. 
Resfriar e misturar a farinha de trigo (40g), as gemas, o parmesão ralado fino, o sal, a pimenta e a noz-moscada. 
Amassar ligeiramente até obter uma massa lisa. 
Testar a massa, cozinhando uma pequena porção em água fervente e salgada e, se necessário, ajustar temperos e consistência com farinha. 
Polvilhar uma superfície de trabalho (pode ser a pia ou a mesa) com farinha e fazer os rolinhos, cortando no tamanho desejado. Modelar com a ajuda de um garfo. 
Cozinhar os nhoques em água fervente salgada até que subam à superfície da água. 

Para o molho cremoso de manteiga e sálvia 
Em uma frigideira grande e funda, colocar a manteiga, a sálvia e um pouco da água do cozimento do nhoque. Levar ao fogo baixo. 
Cozinhar os nhoques e adicioná-los ao molho. 
Misturar bem o molho, movimentando bem a frigideira, e ajustar a cremosidade com um pouco mais de água, se necessário. 
Temperar com sal e pimenta e finalizar com o queijo parmesão ralado.

sábado, 19 de outubro de 2013

Comportamento: Semelhanças ou diferenças no amor?

Bem,  esse tema é bem complexo e interessante e por isso mesmo me motivou a escrever sobre o assunto. 




Depois de assistir a esse vídeo do Flavio Gikovate e perceber os relacionamentos ao longo da minha vida, fica mais claro que as semelhanças são mais importantes que as diferenças. 

As diferenças são interessantes no trabalho e no dia a dia, mas para o amor e convivência numa relação, que acreditamos ser para o resto de nossas vidas, creio que as semelhanças são o sucesso, visto que hoje em dia a maioria dos relacionamentos se dasgastam rapidamente e estão cada vez mais descartáveis. Não digo que seja necessário ser igual em tudo, mas existem pontos que cada um julga ser importante e buscar pessoas compatíveis. 

O primeiro e mais importante aspecto é o caráter, pois ninguém consegue conviver com alguém que age e vive de forma oposta ou que você não concorda. Com o tempo, essas diferenças se tornam mais visíveis e interferem cada vez mais no relacionamento. O caráter se forma até os 7 anos de idade, depois dessa etapa, dificilmente alguém muda de caráter. Falha de caráter é algo sério e não tem cura. 

Diferenças causam insegurança e incerteza e fazem com o que relacionamento se perca com o tempo. Não admiramos pessoas que nos causem esse sentimento. 

Na realidade, pessoas com muitas diferenças fazem com que fiquemos acomodados e não gera mudança. Devemos mudar antes de entrarmos num relacionamento. Buscar essas mudanças num novo relacionamento é enganoso, pois trazemos todas as cargas, sejam elas familiares, de caráter, religiosas, etc. 

Claro que podemos e devemos respeitar diferenças num relacionamento, mas o amor não suporta tudo. Como o próprio Flavio diz, existe um limite que o amor pode suportar. 

Enfim, julgue o que é mais importante na sua vida e busque alguém que as tem. 


Moda: Converse All Star

Mesmo depois de 30 anos, o Converse All Star ainda é símbolo de um tênis descolado, que pode ser usado em quase todas as ocasiões e totalmente customizável, ou seja, "pau pra toda obra". 

Eu, particularmente adoro, devo ter uns 3 no meu "portfolio", até customizei um ano passado. 

Ao longo das décadas, muitos estilistas assinaram versões do famoso Converse, isso é uma prova do sucesso.  

Nos anos 80 (sou dessa época), esse tênis simples e ao mesmo tempo diferente fez muito sucesso, todos queriam ter um e não era muito acessível. 

Alguns acreditavam que era ideal pra jogar basquete, outros para o dia a dia, mas na verdade, esse tênis sem amortecimento, serve para muitas ocasiões. Talvez faça tanto sucesso por ser simples, não chamar tanto a atenção e ao mesmo tempo ser confortável, mas lembro que nos anos 80, as cores chamavam a atenção e tínhamos poucas opções coloridas, creio que isso ajudou a disseminar o All Star na moda.  

Não existe nada melhor para dirigir, viajar ou até mesmo tocar bateria. rs

Incrível como uma peça faz tanto sucesso na moda, o All Star foi algo assim, e o mais interessante é que ainda se mantém em destaque, mesmo depois de décadas. 

Bem, seja qual for o modelo, vale a pena ter um All Star no guarda roupa, com certeza você usará em diversas ocasiões, menos para corrida. Eu sugiro um branco, simples, combina com tudo e você ainda pode customizar de infinitas maneiras. 













Carros: Teste do novo Citroen C4 Lounge THP 1.6

Li muito sobre o novo C4 Lounge THP 1.6 antes do teste, pra poder usufruir ao máximo todos os recursos. 

Escolhi a motorização THP 1.6 pois já conheço bem esse motor, o mesmo usado na família DS da Citroen e em alguns carros da Peugeot. Tem um torque mais do que necessário e uma economia única. Creio que seja o motor mais acertado dos últimos tempos. 

O novo C4 lounge é fabricado na Argentina e desde a versão de entrada tem um acabamento excepcional, painel emborrachado, tudo muito bem encaixado e qualidade que faz bem aos olhos.

O que me chamou a atenção logo de cara é o novo design, muito moderno, que não lembra em nada o antigo C4 Pallas. O C4 Lounge é bonito por fora e por dentro e não chama tanto a atenção ao passar pelas ruas, isso pra mim é positivo, não gosto de carros chamativos. Para entrar no carro, não é necessário chave, pode ficar no bolso, tem sensor de aproximação e botão de stop/start do motor no lado esquerdo. Pra quem é canhoto como eu, é uma maravilha.  

Bem, foi uma surpresa atrás da outra, logo que entrei no carro, me senti muito confortável, bancos em couro de boa qualidade, assim como todo o acabamento que já falei. 

A direção é bem leve, o motor muito esperto, entrega potência logo aos 1.400 rpm e a sexta marcha chega bem rápido, trazendo economia, aliás, economia é o ponto forte desse motor turbo 1.6, que em média na cidade faz 10,5km/l e 12,5 km/l na estrada. 

Um dos pontos fracos que percebi é o painel, com um velocímetro analógico diferente, que tem um ponteiro que corre por fora, diferente de todos os carros, o que no ínício dificultou a leitura da velocidade, mas é possível incluir o modo digital bem no meio do painel. Claro, tudo isso é questão de costume.  

A suspensão é bem acertada para as irregularidades das estradas brasileiras e mantém o carro firme nas curvas. 

A versão testada THP 1.6 (165vc) é a mais completa e custa R$ 77.900 e por mais R$ 4.000 existe a versão com teto solar elétrico e farol de xenônio. Existem versões mais simples, com motor 2.0 e com preço bem competitivo, a partir de R$ 59.990. 

Alguns itens de série na versão THP:
- Sensores de aproximação dianteiros e traseiros;
- Camera de ré;
- 6 airbags;
- Controle de tração e estabilidade;
- ABS;
- Sensor de chuva e crepuscular;
- Sensor de ponto cego;
- Tela de 7 polegadas, gps, rádio, mp3, bluetooth;
- Cambio automático de 6 marchas;
- Ar condicionado digital dual zone;
- Acesso ao carro sem chave;
- Botão stop/start do motor;
- Painel que possibilita a mudança de cores;
- rodas de 17 polegadas;
- Retrovisores externos rebatíveis eletricamente;
- Farol com led;

Em resumo, o carro é extremamente confortável, com um acabamento excepcional e um motor perfeito. O porta malas é grande e serve para grandes famílias. Creio que poderia ser meu próximo carro, sem pensar muito. 




















terça-feira, 15 de outubro de 2013

Carros: A minha impressão ao dirigir o novo Golf 1.4TSI

Bem, como grande admirador de carros, sempre que posso, faço algum test drive pra conhecer mais e saber como anda o mercado. 

Eu já havia lido muito sobre o Golf geração 7, mas ainda faltava dirigir pra saber se tudo era verdade ou não. 

Sexta-feira passada, feriado, pelo menos pra mim, fui a uma concessionária aqui em Curitiba e fiz o teste na versão 1.4TSI com o pacote premium, que é a que contém todos os opcionais. 

O carro é simplesmente o melhor que já dirigi até agora, tem um acabamento de luxo com o painel soft touch, tecnologia que não existe ainda nos concorrentes, em resumo, é o melhor que a Volkswagem poderia colocar num carro. 

De série, a versão 1.4TSI traz 7 airbags (2 frontais, 2 laterais, 2 do tipo cortina e 1 de joelho para o motorista), controles de estabilidade e tração (ESC e ASR), rádio CD Player com tela sensível ao toque, freio de estacionamento com função Auto Hold (que segura o carro automaticamente por segundos durante partidas em aclives), alerta de pressão dos pneus, sistema start-stop (que desliga temporariamente o motor quando o carro para em um semáforo, por exemplo), entre outros itens.

A versão testada tinha câmbio DSG de 7 velocidades, uma tela touch screen de 8", DVD, comandos de voz, teto solar, bancos em couro, rodas aro 17, câmera de ré e park assist 2.0 que auxilia no estacionamento do carro e o restante que é de série e já foi falado mais acima. 

O novo Golf é completo demais, mesmo na versão standard, porém existem 3 pacotes de opcionais, como segue abaixo. 


Highline 1.4 TSI turbo de 140 cv, câmbio manual (6 velocidades)
- Standard (entrada): R$ 67.990
Pacote Elegance: R$ 72.990
- Pacote Exclusive: R$ 82.990
- Pacote Premium: R$ 92.990
Opcionais:
- transmissão automatizada DSG de 7 velocidades (R$ 7 mil);
- teto solar elétrico: R$ 4.500
- rodas de liga leve aro 17 "Geneva" com pneus 225/45 R17: R$ 950 para versão Standard
- rodas de liga leve aro 17 "Madrid" com pneus 225/45 R17: R$ 280
- sistema de entretenimento e conectividade com rádio, DVD, tela de 8 polegadas sensível ao toque e HD de 60 GB: R$ 6.730
assistente de estacionamento com câmera de ré: R$ 3.730.
O problema começa com os opcionais e os pacotes oferecidos, pois as concessionárias estão apenas importando carros com teto solar e um dos três pacotes, o que eleva demais o preço, com isso, todos os modelos vendidos tem um preço mínimo de R$ 84.000, o que fica bem longe dos R$ 67.990 que a VW inicialmente divulgou. 
Em resumo, o carro é fantástico, proporciona um prazer ao dirigir, tem um design que não chama atenção nas ruas, um motor mais do que suficiente para a maioria de nós, com um rendimento superior a um 2.0 convencional e é recheado de tecnologia de ponta.  O ponto negativo é o preço que as concessionárias estão praticando, fora da realidade, ainda mais nos primeiros meses de lançamento. Espero que isso mude, pelo menos que seja possível comprar o carro sem opcionais e teto solar.