Voltando a falar sobre relacionamentos, outro tema que me desperta muito é o casamento, até porque é algo que ainda quero conquistar e ao longo dos anos tenho acompanhado o casamento de famosos, anônimos e pessoas próximas a mim. Todas essas informações serviram como base de estudo.
Fica cada vez mais claro que as pessoas estão se tornando mais vazias, egoístas e individualistas e isso tudo reflete em relacionamentos descartáveis e cada vez mais frágeis.
Concordo com o Flávio Gikovate em alguns aspectos, pois essa forma descartável de nos relacionarmos é fruto do consumismo exagerado. trocamos de parceiro como trocamos de roupa, carro e emprego.
Talvez a modernidade e a independência que as mulheres tanto queriam e conseguiram está causando o efeito contrário. Digo isso porque quanto mais as pessoas ficam independentes, menos querem se envolver. Vejo muitas mulheres batendo no peito e dizendo que são independentes e modernas, mas ao mesmo tempo querem casar e ter filhos, mas as duas coisas não andam juntas.
A independência é boa em certo aspecto, mas quando pensamos em casamento ou num relacionamento sério, não se pode ser tão independente, pois esse é o ponto chave para fazer com que todo o sistema funcione. Relacionamento é interdependência, é abrir mão, flexibilidade e pensar no todo, não apenas em "mim".
Vejo o tempo todo artistas casando, separando, casando de novo e seguindo com a vida como se nada tivesse acontecido, mas isso não é exclusividade somente deles, pois os anônimos estão seguindo esse exemplo.
Cada vez mais vejo pessoas apenas morando junto para fazer um "test drive". Esse tipo de comportamento é enganoso e vai contra o sentido da família, pois na primeira chateação um dos dois se demite do relacionamento. Diria que é um pre requisito pra "despachar" a outra pessoa em caso de insatisfação.
Bem, pelo meu ponto de vista, apesar de tudo jogar contra, ainda creio que o casamento é necessário e tem muito futuro, desde que tenhamos a interdependência. O ser humano foi criado e tem essa necessidade de se relacionar mais intimamente com um parceiro(a) e se dedicar a uma família. Não falo isso apenas pelo questão religiosa, mas pela necessidade do ser humano.
Fica cada vez mais claro que as pessoas estão se tornando mais vazias, egoístas e individualistas e isso tudo reflete em relacionamentos descartáveis e cada vez mais frágeis.
Concordo com o Flávio Gikovate em alguns aspectos, pois essa forma descartável de nos relacionarmos é fruto do consumismo exagerado. trocamos de parceiro como trocamos de roupa, carro e emprego.
Talvez a modernidade e a independência que as mulheres tanto queriam e conseguiram está causando o efeito contrário. Digo isso porque quanto mais as pessoas ficam independentes, menos querem se envolver. Vejo muitas mulheres batendo no peito e dizendo que são independentes e modernas, mas ao mesmo tempo querem casar e ter filhos, mas as duas coisas não andam juntas.
A independência é boa em certo aspecto, mas quando pensamos em casamento ou num relacionamento sério, não se pode ser tão independente, pois esse é o ponto chave para fazer com que todo o sistema funcione. Relacionamento é interdependência, é abrir mão, flexibilidade e pensar no todo, não apenas em "mim".
Vejo o tempo todo artistas casando, separando, casando de novo e seguindo com a vida como se nada tivesse acontecido, mas isso não é exclusividade somente deles, pois os anônimos estão seguindo esse exemplo.
Cada vez mais vejo pessoas apenas morando junto para fazer um "test drive". Esse tipo de comportamento é enganoso e vai contra o sentido da família, pois na primeira chateação um dos dois se demite do relacionamento. Diria que é um pre requisito pra "despachar" a outra pessoa em caso de insatisfação.
Bem, pelo meu ponto de vista, apesar de tudo jogar contra, ainda creio que o casamento é necessário e tem muito futuro, desde que tenhamos a interdependência. O ser humano foi criado e tem essa necessidade de se relacionar mais intimamente com um parceiro(a) e se dedicar a uma família. Não falo isso apenas pelo questão religiosa, mas pela necessidade do ser humano.

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